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A Rádio da família

Giro 975

Um resumo do que acontece no mundo Gospel

Existiu o reino de Davi e Salomão?

Esta é uma das grandes polêmicas da bíblia, algo em que a tradição religiosa parecia discordar do registro arqueológico. Na falta de menções dos outros povos e achados consistentes, pelos últimos 25 anos, a maioria dos arqueólogos vinha defendendo que os reinos bíblicos de Judá e Israel nunca foram unificados. Isto é, que não existiu o reino de Davi e Salomão. Não apenas isso, como também na épóca da união e dos reis fundadores relatados na Bíblia — o começo do século 10 a.C. — sequer havia uma civilização urbana ali, mas apenas tribos nômades. Uma descoberta agora divulgada, torna mais plausível a teoria de que a Bíblia está certa e que existiu um reino urbano dos israelitas por essa época. Se descobertas recentes já indicavam uma vida urbana, faltava provar que o poder desses reinos iam além dos domínios da cidade — que era um reino, não cidade-estado, enfim. É o que os arqueólogos da Universidade Bar-Ilan (Tel Aviv) acabaram de encontrar. Uma grande construção de 225 m² em Tel 'Eton, sítio a cerca de 20 km da cidade de Qiryat Gat, que, por sua vez, fica a quase 70 km de Jerusalém. Discussão As fundações profundas no alto de um monte, a construção complexa e em materiais de alta qualidade vindos de longe, e as centenas de vasos de vinho, azeite e outros produtos, mais diversos vestígios não deixam dúvidas a importância que o edifício teve um dia, e que não poderia ter sido feito por nômades. O plano em quatro cômodos era específico do que foi achado entre israelitas de épocas posteriores, nunca tendo sido encontrado em construções dos povos vizinhos. E a datação de carbono é do século 11 a.C. ao começo do século 10 a.C., batendo em cheio com a cronologia do reino unificado na Bíblia. Também sabe-se que foi destruído num massivo incêndio no século 8, época das invasões assírias. Conclusão Um grande palácio em estilo israelita, feito longe de Jerusalém, no sul (território do posterior Reino de Judá), torna bem plausível que um rei dominava aquilo tudo. "Se alguém acredita que não havia nennhum rei com o nome de Davi, devíamos achar outro nome para chamar o rei das terras altas [região de Jerusalém] da época em que esta região estava incorporada o reino", afirmam os arqueólogos Avi Faust e Yair Shapir . Mas eles deixam uma importante ressalva: "a associação com Davi não é baseada em evidência arqueológica direta, mas somente em provas circunstanciais".Isto é, um reino parece ter existido na época em que a Bíblia fala em Davi. Mas o nome de seu rei não está confirmado (Fonte:Fábio Marton /maio/2018).

Cassiane fala de sua vida e carreira

A cantora abordou a amizade entre pais e filhos, como a igreja se adaptou em meio à pandemia do novo coronavírus e também sobre novos trabalhos para 2020. Cassiane, há quanto tempo você está à frente da ADAlpha? O que mudou de lá para cá? Ela começou em dezembro de 2013, fomos para lá no final do ano e vai fazer sete anos agora em 2020. Mudou tudo! A igreja começou tinha cinco pessoas: o Jairo pregando, eu cantando e meus três filhos que tiravam a oferta de mim e dele (risos). Hoje mudou porque a igreja cresceu, está com 2800 membros. E olha que, quando a gente foi para lá, muita gente até do local falava mal. Que essa terra era bem difícil, terra que mata igreja, que mata pastor. Mas como foi um mandado de Deus e o Jairo cria muito nisso, ele no mesmo dia falou: “se é terra seca, eu estou profetizando que a água chegou”. E olha a bênção: hoje a igreja tem quase 3 mil membros. E a gente está muito feliz com o que Deus tem realizado. E quais foram as adaptações que a igreja teve que fazer nesta pandemia? Santa Ceia a gente fazia drive-thru, você acredita? Todo mês tem e a gente faz duas vezes porque tem muita gente que não consegue pegar o kit naquele dia. Mas então toda a equipe ministerial preparava os kits dos elementos da Santa Ceia. 3 mil kits! A gente entregava de máscara e luva. No sábado a pessoa pegava o kit e ceiava com a gente através do culto online. Então a gente não perdeu essa comunhão. Realmente a gente está vivendo um novo normal. É uma frase totalmente atual. Nós nunca mais seremos os mesmos e nunca mais vamos viver da forma como a gente vivia antes. Todo mundo está aprendendo algo novo. Eu ministerialmente e socialmente, no dia a dia, e a gente acaba tendo que se adaptar a como viver e a como se comunicar. Acho que as igrejas tiveram que aprender muita coisa.Jairo e eu não sentimos muito diretamente por sermos já do meio artístico e por, para nós, falar com a câmera era fácil. Mas eu sei que muitos pastores sentiram muita dificuldade para se comunicar. Na ADAlpha o povo está com uma sede tão grande de voltar, de abraçar… Eu sou do tipo de pessoa que abraça. A gente sente falta mesmo! Eu estou pedindo a Deus que isso passe logo! E seu relacionamento com o Jairo, como é? Além de um casal de pastores, vocês também são um casal de artistas. Como é a dinâmica de ser casada com um produtor musical? O Jairo sempre separou assim: ele nunca levou problema da igreja para dentro de casa. Não é que ele deixou de ser pastor, mas se não separar também não vive. E muitos pastores morrem porque levam problemas da igreja para dentro de casa. E acabam com o relacionamento familiar. A gente leva isso bem a sério. Mas a gente é muito assim, se eu olho ele já sabe o que eu quero. Se ele olha eu já sei o que ele quer dizer. A gente se combina muito, vamos fazer 26 anos de casados. Ele me pediu em casamento com 10 anos de idade, gente, e eu disse sim! (risos) E aí ele disse que quando a gente crescesse a gente ia casar e foi realmente isso o que aconteceu. No nosso relacionamento não há apenas o sentimento amoroso. A gente se respeita e é muito amigo. Eu casei com meu melhor amigo (Fonte:gospelpraise.com.br).

Evangélicos devem ser maior religião do Brasil a partir de 2032

Estudo diz que as duas religiões deverão empatar em 40% do total de fiéis do país cada uma; pelos últimos dados oficiais, vantagem católica é de 64% a 22% . A população que se declara evangélica deve ultrapassar pela primeira vez o total de católicos no país a partir de 2032, quando o número absoluto de seguidores de cada uma das duas religiões em torno de 90 milhões – de acordo com os últimos dados oficiais, há aproximadamente 22 milhões de evangélicos (22% do total) contra 125 milhões de adeptos do catolicismo (64%). Os números constam em estudo do demógrafo José Eustáquio Alves, professor aposentado da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. Segundo o especialista, o número de brasileiros adeptos da religião evangélica cresce em média 0,8% ao ano desde 2010, enquanto a quantidade de católicos diminui 1,2% no mesmo período. Com isso, a progressão geométrica aponta para que cada uma das duas religiões correspondam a cerca de 40% da população em 2032 (veja quadro abaixo). Se a curva se mantiver, a partir daquele ano, portanto, os evangélicos devem se tornar maioria no país.(Fonte: Veja/Abril).